Mpox avança no Brasil e Paraná está entre os estados com casos confirmados

País soma 88 casos confirmados de mpox, incluindo registro no Paraná; até o momento, não há mortes registradas

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Imagem do post
Foto: Reprodução | WEB

O Brasil contabiliza 88 casos confirmados de mpox e outros 171 suspeitos, segundo dados atualizados nesta terça-feira (24) pelo Ministério da Saúde. Entre os registros mais recentes está um novo caso confirmado no Paraná, colocando o estado na lista das unidades federativas com ocorrência da doença.

Além do Paraná, Minas Gerais também teve três novos casos confirmados na última atualização. São Paulo lidera o número de diagnósticos, com 63 confirmações, seguido pelo Rio de Janeiro, com 15 registros. Apesar do aumento nas notificações, até o momento não há óbitos registrados em 2026.

Em 2025, o país havia contabilizado 1.045 casos confirmados e três mortes associadas à doença.

O que é a mpox?

A mpox, também conhecida como varíola dos macacos, é causada pelo vírus MPXV. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com pessoas infectadas, incluindo contato com lesões de pele, fluidos corporais e secreções respiratórias em situações de proximidade prolongada. Também pode ocorrer por meio de objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis.

O período de incubação varia entre três e 21 dias. Os sintomas mais comuns incluem:

  • lesões ou erupções cutâneas

  • febre

  • linfonodos inchados

  • dores no corpo

  • dor de cabeça

  • calafrios

  • fraqueza

Os sinais geralmente duram de duas a quatro semanas. A recomendação das autoridades é que pessoas com sintomas procurem atendimento médico e evitem contato próximo com outras pessoas até orientação profissional.

Vacinação e prevenção

A vacinação contra mpox começou no Brasil em 2023, após liberação provisória da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso do imunizante Jynneos/Imvanex. O esquema prevê duas doses com intervalo de quatro semanas e é direcionado a grupos prioritários, como pessoas vivendo com HIV/Aids com imunossupressão, profissionais de laboratório e indivíduos que tiveram contato direto com casos confirmados.

Entre as medidas preventivas estão a higienização frequente das mãos, uso de álcool em gel, limpeza de objetos e roupas e, quando necessário, utilização de máscara e luvas ao lidar com pessoas infectadas.

As autoridades de saúde seguem monitorando a situação, incluindo os casos registrados no Paraná, e reforçam que, apesar da circulação do vírus, não há indicação de cenário pandêmico neste momento.

Siga a Paiquere FM 98.9 e se mantenha informado: @paiquerefm

PUBLICIDADE
Marketing Paiquerê FM

Todas as notícias de Londrina, do Paraná, do Brasil e do mundo.