Copel abre chamada pública de R$ 40 milhões para projetos de eficiência energética

Iniciativa incentiva economia de energia, redução do desperdício e ações alinhadas à sustentabilidade

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Foto: Copel

A Copel está com inscrições abertas para uma nova chamada pública que vai destinar R$ 40 milhões a projetos de eficiência energética, com foco na redução do consumo e no combate ao desperdício. A iniciativa é voltada a clientes pessoa jurídica da Copel Distribuição e contempla os setores industrial, comércio e serviços, residencial (áreas comuns de condomínios), rural e poder público, incluindo iluminação pública e serviços governamentais.

O edital também prevê a participação de entidades de assistência social que possuam o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas), emitido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

As informações completas estão disponíveis no site da Copel, na área de chamadas públicas do Programa de Eficiência Energética (PEE). O prazo para pedidos de esclarecimento vai até sexta-feira (9), enquanto o envio dos projetos poderá ser feito entre 21 de janeiro e 20 de fevereiro. Segundo José Arthuro Teodoro, supervisor do PEE, a ação reforça o compromisso da companhia com a sustentabilidade e com o uso consciente da energia.

Os projetos selecionados poderão ser formalizados por duas modalidades: Contrato de Desempenho, no qual o investimento é devolvido em condições facilitadas, sem juros e com correção monetária, ou Termo de Cooperação Técnica, que prevê repasse de recursos a fundo perdido.

Os recursos fazem parte do Programa de Eficiência Energética da Copel, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica, conforme a Lei nº 9.991/2000 e a Resolução Normativa nº 920/2021.

Para participar, os proponentes devem apresentar diagnóstico energético, orçamento detalhado, cronograma e documentação técnica que comprove a viabilidade das ações. A Copel orienta que as propostas sejam encaminhadas com antecedência para evitar problemas técnicos.

A seleção considerará critérios como relação custo-benefício, impacto na economia de energia, qualidade do projeto, experiência prévia e ações educacionais. A pontuação mínima exigida é de 40 pontos, podendo projetos com notas entre 35 e 39,9 serem aprovados conforme disponibilidade de recursos.

A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, especialmente os que tratam de energia limpa e acessível, consumo responsável e enfrentamento das mudanças climáticas. Com informação de AEN.

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Redação Paiquerê FM News

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