De peixe seco a caça-níqueis: os começos inusitados de 5 gigantes globais
Muitas multinacionais famosas começaram em ramos completamente diferentes de seus mercados atuais. A Samsung vendia peixe seco e vegetais, a Nokia fabricava papel e botas de borracha, e a Sony estreou com uma panela de arroz de madeira que sequer funcionava bem. Conhecer essas origens revela como a adaptabilidade foi crucial para que essas empresas se tornassem potências mundiais de tecnologia e entretenimento

Nem sempre o sucesso de uma marca nasce de uma ideia óbvia. Grandes nomes que hoje dominam os setores de eletrônicos, games e brinquedos tiveram que se reinventar drasticamente para sobreviver e crescer.
1. Samsung: Exportadora de Alimentos
Antes de ser líder em smartphones, a sul-coreana Samsung, fundada em 1938, era uma pequena exportadora que enviava frutas, vegetais e peixes secos para a China. Somente nos anos 70 a empresa decidiu investir em televisores e calculadoras, pavimentando o caminho para os semicondutores.
2. Nokia: Fábrica de Celulose e Borracha
A trajetória da Nokia começou em 1865, no sudoeste da Finlândia, como uma fabricante de papel. Ao longo de um século, a empresa se fundiu com fabricantes de botas de borracha e pneus antes de entrar no mercado de cabos elétricos e, finalmente, na telefonia móvel que a tornou mundialmente famosa.
3. Sony: A Fracassada Panela de Arroz
Em 1945, o primeiro produto da empresa que viria a ser a Sony foi uma panela elétrica de arroz feita de madeira. O produto era rudimentar e o arroz frequentemente queimava ou ficava cru. O fracasso forçou os fundadores a buscarem novas tecnologias, resultando no sucesso dos rádios portáteis em 1957.
4. Sega: Entretenimento para Militares
A Sega nasceu no Havaí em 1946 para fornecer máquinas de caça-níqueis para bases militares dos EUA. Foi apenas nos anos 70, com o sucesso dos fliperamas, que a empresa migrou para o desenvolvimento de jogos eletrônicos e consoles.
5. Lego: O Incêndio que Mudou Tudo
Fundada em 1932 na Dinamarca, a Lego fabricava apenas brinquedos de madeira. Em 1942, um incêndio devastador destruiu a fábrica, levando o fundador a repensar o negócio. A tragédia abriu espaço para a introdução do plástico e o lançamento, em 1958, dos icônicos blocos de montar que conhecemos hoje.

