Acordo

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O Congresso dos Estados Unidos entrou em um impasse após o colapso do acordo que visava financiar a maior parte do Departamento de Segurança Interna (DHS). Na sexta-feira, 27, o Senado chegou a estabelecer um consenso para evitar a paralisação parcial mais longa da história do país, mas a proposta foi rejeitada pelo presidente da Câmara, Mike Johnson (R-La.), logo após os senadores deixarem Washington para o recesso de duas semanas.

O fracasso da medida, negociada pelo líder da maioria no Senado, John Thune (R-S.D.), expõe uma ruptura rara entre as duas principais lideranças republicanas na Casa. A divisão ocorre em um momento em que o partido corre para aprovar as prioridades do presidente Donald Trump antes das eleições de novembro, deixando o DHS paralisado desde meados de fevereiro sem uma saída imediata.

A proposta de Thune surgiu após semanas de negociações com democratas sobre restrições à fiscalização imigratória. Para viabilizar o texto, os senadores concordaram em excluir o financiamento para o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e para a Patrulha de Fronteira, o que levou os democratas a retirarem suas exigências por novos limites às agências.

Apesar de Thune argumentar que o Congresso já havia alocado verbas suficientes para a imigração e que o plano permitiria “reabrir boa parte do governo”, a reação na Câmara foi de forte oposição. Dezenas de republicanos, de moderados a conservadores de linha dura, manifestaram-se contra o acordo. O deputado Nick LaLota (R-N.Y.) acusou os senadores de terem agido com pressa para iniciar o recesso, defendendo critérios mais rigorosos para a liberação dos recursos.

*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão. Saiba mais em nossa Política de IA.

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Estadão

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