Arábia Saudita alega que Emirados Árabes Unidos contrabandearam líder separatista do Iêmen
A Arábia Saudita alegou nesta quinta-feira (8) que os Emirados Árabes Unidos (EAU) contrabandearam um líder separatista no Iêmen, procurado por traição, para fora do país e o levaram para Abu Dabi. Os emiradenses não reagiram imediatamente à alegação, aumentando ainda mais as tensões entre as nações vizinhas na Península Arábica.
Um comunicado militar saudita afirmou que o líder do Conselho de Transição do Sul (STC), Aidarous al-Zubaidi, fugiu do Iêmen de barco para a Somália e, em seguida, autoridades dos EAU o levaram para a capital. Os Emirados Árabes Unidos têm sido o principal apoiador do conselho.
O comunicado saudita do Major General Turki al-Malki incluiu a nomeação de um major-general nos Emirados Árabes Unidos como estando envolvido na suposta fuga de al-Zubaidi, além de identificar seu nome de guerra – algo altamente incomum no mundo geralmente fechado das relações árabes do Golfo. Também sugeriu que uma aeronave Ilyushin Il-76 usada na operação havia sido utilizada em “zonas de conflito” como Etiópia, Líbia e Somália – rotas pelas quais o exército dos Emirados foi acusado de canalizar armas no passado.
Os Emirados Árabes Unidos negaram enviar armas para essas áreas. O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Associated Press.
O embaixador saudita no Iêmen, Mohammed al-Jaber, disse no X na manhã de quinta-feira que se encontrou com a delegação do STC que desembarcou em Riad um dia antes. Eles discutiram as ações recentes de al-Zubaidi, que ele disse “prejudicaram a causa do sul e não a serviram”. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

