BlackRock supera lucro e receita, anuncia recompra de ações e sobe 1,3% no pré-mercado de NY

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A BlackRock registrou lucro líquido de US$ 1,127 bilhão no quarto trimestre de 2025, o que corresponde a US$ 13,16 por ação em termos ajustados, acima das projeções de analistas consultados pela FactSet, que previam US$ 12,20. No critério GAAP, o lucro por ação foi de US$ 7,16, impactado por despesas não recorrentes ligadas a aquisições e a uma contribuição filantrópica.

A receita total somou US$ 7,008 bilhões no trimestre, também acima das estimativas, de US$ 6,760 bilhões. O avanço reflete crescimento orgânico das taxas básicas, maior nível médio de ativos sob gestão e contribuições das aquisições realizadas ao longo do ano, segundo o relatório divulgado nesta quinta-feira, 15.

O lucro líquido caiu 33% ante o mesmo período de 2024, enquanto a receita subiu 23% na mesma base de comparação.

Os ativos sob gestão (AUM) alcançaram US$ 14 trilhões ao fim de dezembro, após entradas líquidas recordes de US$ 698 bilhões em todo o ano de 2025, incluindo de US$ 342 bilhões no quarto trimestre, impulsionadas sobretudo por ETFs iShares, renda fixa e mercados privados.

O conselho da companhia também aprovou a autorização para recompra de mais 7 milhões de ações dentro do programa vigente e um aumento de 10% no dividendo trimestral, para US$ 5,73 por ação, a ser pago em março de 2026. O CEO, Larry Fink, afirmou que a companhia entra em 2026 “com momentum acelerado em toda a plataforma”, citando a integração das aquisições e um pipeline mais amplo de oportunidades de crescimento.

Por volta das 8h15 (de Brasília), a BlackRock tinha alta de 1,31% no pré-mercado de Nova York.

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Estadão

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