Colombiano se despede de mãe, irmã e sobrinha mortas em queda de helicóptero:’Sempre as amarei’
O colombiano Victor Manrique usou as redes sociais para homenagear a mãe, a irmã e a sobrinha, mortas na queda de um helicóptero durante um voo panorâmico na zona sul do Rio de Janeiro no sábado, 8.
Em uma publicação acompanhada de fotos da viagem da família ao Brasil, ele escreveu: “Sempre as amarei nesta vida e na outra”, em referência às três parentes.
Victor fazia parte do grupo de seis turistas colombianos que contratou o passeio. Como a aeronave tinha capacidade para transportar apenas três passageiros por vez, ele aguardava para embarcar no voo seguinte com outros membros da família quando ocorreu o acidente.
Quem são as vítimas
As vítimas são Rocio Cubillos, de 59 anos, Wendy Manrique, de 37, e Sofia Murillo, de 17.
Elas embarcaram primeiro no helicóptero, enquanto Victor, a esposa e uma sobrinha permaneceram no Aeroporto de Jacarepaguá aguardando o retorno da aeronave para realizar o mesmo trajeto.
A viagem ao Rio havia sido organizada para celebrar os 15 anos dessa sobrinha, que não está entre as vítimas.
Homenagem na rede social
Na publicação, Victor compartilhou imagens da família em pontos turísticos do Rio e agradeceu a oportunidade de terem conhecido o Brasil. Ele também agradeceu às autoridades e às pessoas que prestaram apoio aos familiares após a tragédia.
O post conta com comentários de brasileiros, que prestam homenagem em solidariedade à família. “Estamos profundamente tristes com essa notícia que abalou o Rio de Janeiro”, diz um dos comentários. “Sentimos muito a perda de vocês”, diz outro.
Investigações continuam
Além das três turistas colombianas, o piloto Alessandro Rocha também está entre as vítimas da queda do helicóptero.
Após o impacto, a aeronave pegou fogo e as circunstâncias do acidente seguem sendo investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), enquanto a Polícia Civil também apura o caso.
Segundo informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ao Estadão, a aeronave possuía certificado de aeronavegabilidade válido e autorização para realizar voos panorâmicos.
