Endividamento das famílias sobe a 49,8% em novembro, de 49,3% em outubro, afirma BC
O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro subiu de 49,3% em outubro para 49,8% em novembro, informou o Banco Central nesta quinta-feira, 29. O pico histórico da série foi atingido em julho de 2022, com 49,9%.
Descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento passou de 30,9% para 31,3% na passagem de outubro para novembro.
O comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) permaneceu em 29,3%. O dado de outubro foi revisado. Sem contar os empréstimos imobiliários, passou de 27,1% (revisado) para 27,0%.
Setor não financeiro
O saldo do crédito ampliado ao setor não financeiro cresceu 1,8% em dezembro, na comparação com novembro, para R$ 20,790 trilhões. O montante equivale a 163,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
O crédito ampliado inclui empréstimos no Sistema Financeiro Nacional (SFN) e operações com títulos públicos e privados, entre outros. É uma métrica que permite uma visão ampla sobre como empresas, famílias e o governo geral estão se financiando.
O saldo do crédito ampliado para empresas cresceu 2,4% em dezembro, para 55,1% do PIB.

