Genial/Quaest: para 45%, Michelle acertou em gravar vídeo contra Flávio; 38% consideram erro
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 15, mostra que 45% dos eleitores acham que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) acertou ao tornar públicos os desentendimentos que teve com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Os que consideram que ela errou ao gravar e somam 38%. Os que não souberam ou não quiseram responder somam 17%.
A maioria dos entrevistados (51%) disse não ter ficado sabendo sobre o vídeo gravado por Michelle. Outros 49% dizem conhecer o conteúdo.
O vídeo gravado por Flávio em resposta a Michelle chegou a 33% dos eleitores, enquanto 67% afirmam desconhecer o conteúdo.
Para 31%, as opiniões de Michelle sobre Flávio são “totalmente verdadeiras”, enquanto 27% as classificam como “parcialmente verdadeiras”. Já 16% consideram que elas são “totalmente falsas”. Outros 26% não souberam ou não quiseram responder.
Os eleitores que tendem a concordar mais com Michelle Bolsonaro no conflito somam 42%, enquanto 18% dizem estar mais ao lado de Flávio. Outros 3% afirmam concordar parcialmente com ambos e 22%, com nenhum. Já 15% não souberam ou não quiseram responder.
Para 34%, Michelle gravou o vídeo com a intenção de se colocar como pré-candidata à Presidência pelo bolsonarismo no lugar de Flávio. Outros 16% avaliam que ela apenas respondeu aos ataques que afirma ter sofrido, enquanto 25% entendem que o objetivo foi reforçar sua oposição a alianças políticas das quais discorda.
Para 4%, todas essas motivações contribuíram para a decisão de se gravar o vídeo e 2% enxergam outro fator. Outros 19% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa mostra que 38% dos entrevistados avaliam que a participação de Michelle Bolsonaro na campanha de Flávio aumenta as chances de vitória do senador, enquanto 47% não enxergam impacto.
A Quaest ouviu 2.004 entrevistados, com 16 anos ou mais, presencialmente, de 10 a 13 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07181/2026.
