Governo Lula tem 45% de avaliação negativa, 34% positiva e 19% regular, diz Indexa/Broadcast
A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou de 43% em agosto para 45% em setembro, enquanto a positiva oscilou de 35% para 34%, mostra a pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta terça-feira, 15. A parcela que considera a gestão regular permaneceu em 19%.
A avaliação negativa reúne 35% que classificam o governo como péssimo e 10% que o consideram ruim. Em agosto, os índices eram de 32% e 11%, respectivamente. Já a avaliação positiva é composta por 14% que veem a gestão como ótima, ante 15%, e 20% que a classificam como boa, mesmo porcentual da rodada anterior.
Em uma pergunta separada, sobre a forma de administrar do presidente, 50% dizem desaprovar Lula e 46% afirmam aprová-lo. Os dois índices repetem os resultados de agosto.
O levantamento mostra ainda que 54% dos eleitores consideram que Lula não merece mais quatro anos de mandato, ante 51% na pesquisa anterior. Outros 39% avaliam que o presidente merece um novo mandato, contra 41% em agosto. A diferença entre os dois grupos passou de dez para 15 pontos porcentuais.
A pesquisa destaca ainda que 38% afirmam ter medo de novo mandato de Lula e 36% da volta da família Bolsonaro.
No recorte regional da avaliação do governo, a soma de ruim e péssimo chega a 61% no Sul e a 51% no Centro-Oeste. No Sudeste, a avaliação negativa é de 48%; no Norte, de 44%; e no Nordeste, de 31%. A avaliação positiva nessas regiões é de 19%, 29%, 34%, 34% e 43%, respectivamente.
Entre os homens, 48% classificam a gestão como ruim ou péssima, enquanto 29% a consideram ótima ou boa. Entre as mulheres, os índices são de 41% e 39%.
No recorte por religião, o governo tem avaliação negativa de 56% entre os evangélicos, ante 24% de positiva. Entre os católicos, 42% consideram a gestão ruim ou péssima, e 38%, ótima ou boa.
A pesquisa ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 10 e 13 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03482/2026.
