IIF vê coexistência entre ritmo fraco da zona do euro e alta de juros pelo BCE

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A zona do euro deve manter um ritmo econômico fraco e seguir mais exposta a choques da energia importada do que os EUA, na visão do Instituto Internacional de Finanças (IIF, na sigla em inglês). Mesmo com o baixo dinamismo, o Banco Central Europeu deve promover altas nas taxas de juros em 2026. A economia da zona do euro deve crescer 0,9% em 2026 e 1,5% em 2027, após crescimento de 1,6% em 2025, segundo o IFF em relatório divulgado nesta quinta-feira, 21.

E é provável que a atividade econômica fraca coexista com uma pressão inflacionária mais persistente, aumentando a probabilidade de o BCE continuar a apertar a política monetária apesar de condições de crescimento frágeis, na visão do IFF.

Mesmo uma persistência moderada dos preços do petróleo e do gás pode, portanto, repercutir de forma mais direta nas expectativas de inflação, na formação de salários e nos custos industriais em toda a Europa.

Na análise do IFF, o BCE deve promover duas altas de juros 2026, à medida que a inflação importada se torna mais difícil de ignorar e as preocupações com efeitos de segunda ordem ganham destaque.

Em meio às dificuldades de ajuste pelo BCE, as taxas de juros de curto prazo devem seguir sensíveis.

PUBLICIDADE
Estadão

Todas as notícias de Londrina, do Paraná, do Brasil e do mundo.