Luis Enrique usa Nadal de exemplo na Champions: ‘Jogar contra Djokovic e Federer era motivação’

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O técnico Luis Enrique não se ilude com a vantagem do empate no jogo de volta contra o Bayern de Munique, na Allianz Arena, e vem buscando diversas formas de motivação ao elenco do Paris Saint-Germain para a dura partida desta quarta-feira. E encontrou no compatriota Rafael Nadal um bom exemplo de superação para deixar seu time confiante.

O ex-tenista espanhol teve de encarar gigantes no circuito mundial e, lutando sem desistir, se equiparou as oponentes, ganhando jogos e finais para colocar seu nome na galeria de maiores vencedores da modalidade. Tal exemplo de dedicação vem sendo utilizado pelo treinador do PSG.

“Ambas as equipes ao longo da temporada, e no nosso caso nas últimas duas temporadas (PSG é o atual campeão), demonstraram sua capacidade de lidar com momentos difíceis. E precisamos ser mais competitivos do que nunca. Quando vejo esse tipo de partida, lembro de Rafael Nadal dizendo que enfrentar Novak Djokovic e Roger Federer era uma motivação para ele. Ele via o potencial para melhorar. O Bayern nos motiva a buscar o melhor de nós mesmos e vamos tentar superar a atmosfera e uma equipe que joga um futebol sensacional”, afirmou Luis Enrique.

Em uma das mais belas partidas de futebol de 2026, PSG e Bayern demonstraram todo o seu poder ofensivo e de reação há uma semana, quando os franceses ganharam por 5 a 4, de virada, mas deixaram escapar uma vantagem de 5 a 2, deixando o duelo desta quarta-feira totalmente indefinido. Os alemães apostam na força da torcida, enquanto os franceses querem repetir a campanha de visitante indigesto.

“Temos feito um ótimo trabalho até agora, mas é a hora de dar ainda mais para alcançar uma segunda final. É importante mostrar por que estamos aqui e permanecer fiéis a quem somos como equipe. Será um jogo de altíssimo nível entre as duas melhores equipes da Europa. Será um confronto emocionante”, previu Luis Enrique, garantindo que o PSG está extremamente motivado.

“Não precisamos de motivação extra, já estamos a 100%. Voltar a Munique me traz ótimas lembranças. Quando eu era treinador do Barcelona, no ano da nossa conquista da Champions League (2015), jogamos contra o Bayern na semifinal, com o jogo de volta em Munique (depois de 3 a 0 em casa, perdeu na Alemanha por 3 a 2, resultado que não serve agora). Depois ganhamos a final (3 a 1 na Juventus)”. Lembrou, esquecendo da derrota na época.

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Estadão

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