Maduro volta a tribunal em NY para audiência preliminar em caso de tráfico de drogas

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Nicolás Maduro retorna ao tribunal com seus advogados nesta quarta-feira (22) e deve manter as objeções à ação militar dos EUA que retirou o presidente venezuelano do poder e o levou a Nova York para responder a acusações de tráfico de drogas.

Maduro, de 63 anos, e sua mulher, Cilia Flores, de 69, estão detidos em uma prisão no Brooklyn desde que forças americanas os capturaram em sua casa em Caracas, em uma operação surpresa durante a madrugada, e os levaram a Nova York no início de janeiro.

Ambos se declararam inocentes. Eles podem ser condenados à prisão perpétua se um júri concluir que fizeram parte de uma conspiração para enviar cocaína aos EUA.

O governo do presidente Donald Trump defendeu a ação como uma “operação cirúrgica de aplicação da lei” em um caso criminal aberto há seis anos. Maduro afirma ser prisioneiro de guerra e classifica sua captura como um sequestro.

Promotores americanos dizem que Maduro participou de uma conspiração para transportar milhares de toneladas de cocaína para os EUA, em conluio com autoridades venezuelanas, para favorecer chefes do tráfico.

“Eu não sou culpado. Sou um homem decente, o presidente constitucional do meu país”, disse ele em espanhol na audiência de formalização das acusações, em janeiro.

O advogado de Maduro, Barry Pollack, disse que espera contestar a legalidade do que chamou de “abdução militar” de Maduro.

A defesa afirma que há questões jurídicas complexas que o tribunal precisa examinar antes que um julgamento possa começar.

Maduro e Flores não pediram liberdade sob fiança. O juiz Alvin K. Hellerstein ainda não definiu a data do julgamento. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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Estadão

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