Ministro diz que governo busca atrair companhias aéreas ultra low cost para o Brasil

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, afirmou nesta quarta-feira, 5, que o governo federal pretende ampliar a concorrência no setor aéreo brasileiro por meio da atração de companhias de baixo custo (low cost) e também de empresas classificadas como ultra low cost. Segundo ele, a intenção é aumentar a diversidade de serviços oferecidos aos passageiros, hoje concentrados em modelos semelhantes de operação.

Franca destacou que o governo já autorizou negociações relacionadas à chamada sétima liberdade do ar e acompanha estudos conduzidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre a oitava e a nona liberdades.

A sétima liberdade permite que companhias aéreas de um país operem voos internacionais entre dois países estrangeiros sem a necessidade de conexão com seu país de origem. Já a oitava e a nova liberdades ampliam esse grau de abertura ao possibilitar, respectivamente, operações domésticas vinculadas a voos internacionais e serviços inteiramente domésticos por empresas estrangeiras em outro país.

“A reguladora está conduzindo junto às autoridades de aviação dos outros países vizinhos para se discutir as possibilidades de oitava e nona liberdade. Aí a gente vai poder trazer companhias aéreas, por exemplo, que oferecem serviços de low cost e ultra low cost. Tem um prazo de 12 meses para cumprir os trabalhos”, afirmou, depois de participar de evento do setor de seguros.

PUBLICIDADE
Estadão

Todas as notícias de Londrina, do Paraná, do Brasil e do mundo.