Na ONU, Erdogan condena ações de Israel e pede reconhecimento do Estado palestino

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O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, condenou nesta terça-feira, 22 as ações de Israel em Gaza e na Cisjordânia ocupada em seu discurso na 81ª Assembleia Geral da ONU.

Erdogan abordou os “contínuos crimes de guerra” de Israel em Gaza e a escalada da presença de colonos na Cisjordânia. O presidente turco ainda pediu que os países que não reconhecem o Estado palestino revertam sua posição e pediu a todas as nações que aumentem a pressão sobre Israel para acabar com a guerra. Ele também chamou a Faixa de Gaza de “o campo de concentração mais desumano e mais embaraçoso do nosso tempo”.

O discurso levou a delegação israelense a se retirar da Assembleia Geral e os representantes palestinos a aplaudir.

Erdogan também solicitou uma reforma mais inclusiva do Conselho de Segurança da ONU. Segundo ele, as Nações Unidas falharam em cumprir suas obrigações de estabelecer paz e estabilidade em zonas de conflito.

Por fim, ele abordou a ausência do presidente palestino, Mahmoud Abbas, na reunião de líderes mundiais, após os EUA negarem ao líder palestino um visto para entrar no país.

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Estadão

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