Parlamento da Hungria suspende imunidade do premiê Magyar e de dois ministros da era Orbán
O Parlamento da Hungria votou, nesta segunda-feira, 28, pela suspensão da imunidade parlamentar de três legisladores, incluindo o primeiro-ministro do país, Péter Magyar, e Balázs Hankó e Miklós Seszták, ministros da era de Viktor Orbán. A decisão acontece à medida que promotores dão continuidade a investigações criminais em curso.
Os promotores investigam Magyar sob a suspeita de furto de menor gravidade, após ele supostamente ter tomado o celular de um homem durante uma confusão em uma casa noturna e o jogado no rio Danúbio em junho de 2024. Magyar negou que sua conduta configurasse furto e classificou o caso – que envolve danos avaliados em pouco mais de US$ 300 – como sendo de motivação política.
Os legisladores também votaram pela suspensão da imunidade dos ex-ministros do governo Orbán suspeitos, separadamente, de má gestão criminosa de 17,3 bilhões de florins (US$ 53,6 milhões) em recursos públicos e de receber mais de 12 bilhões de florins (US$ 37,2 milhões) em propinas e subornos.
A imunidade parlamentar, prática comum nas democracias europeias, destina-se a proteger os legisladores de perseguição política, permitindo-lhes exercer suas funções e expressar opiniões livremente, sem medo de prisão ou processos judiciais movidos pelo governo. Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.