Permanência de Scaloni no comando da seleção argentina vira prioridade para AFA, diz jornal

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A permanência de Lionel Scaloni à frente da seleção nacional é o assunto que a Associação de Futebol da Argentina (AFA) começa a tratar em caráter de urgência a partir de agora. Segundo o jornal espanhol As a entidade que comanda o futebol no país pretende agir rápido para não ser pega de surpresa, já que o treinador, com contrato válido até o fim do ano, deixou em aberto os próximos capítulos de sua carreira.

O indício de que isso pode vir a acontecer foi sinalizado já na coletiva de imprensa após a final da Copa do Mundo, torneio em que os sul-americanos acabaram com o vice-campeonato. “Vou continuar até dezembro. Depois disso, conversarei com o presidente. A ideia é parar e descansar um pouco”.

Diante deste cenário de incerteza quanto ao futuro de Scaloni, a AFA, liderada pelo presidente Claudio “Chiqui” Tapia, está determinada a renovar seu contrato, reforça o periódico espanhol, antes do final do ano.

Figura central de um projeto que visa manter a Argentina entre as equipes mais fortes do cenário mundial, Scaloni tem compromissos a cumprir. Ele deve anunciar oficialmente a pré-lista de convocados para os amistosos internacionais do dia 6 de setembro. A relação, será a primeira sem Lionel Messi, que anunciou a sua aposentadoria seleção sul-americana.

Um outro ponto surge como preocupação para os dirigentes locais. A ausência do eterno camisa 10 a partir de agora coloca o atual treinador como um ponto importante no trabalho de renovação. A Copa América de 2028 surge como o primeiro desafio desta nova era.

O noticioso informa que agora, órfã do astro do Inter Miami, a seleção conta com outros nomes que se apoiam no bom relacionamento com Scaloni para brigar pela braçadeira de capitão. Entre os candidatos, figuram craques do calibre de Julián Álvarez, Lautaro Martínez, Critian Romero e ainda o veterano goleiro Emiliano Martínez, de 34 anos.

Em alta mesmo com o vice para a Espanha no Mundial disputado nos Estados Unidos, México e Canadá, Scaloni tem um currículo de respeito à frente da equipe nacional. Além do título mundial de 2022, conquistado no Catar, ele também venceu a última Copa América e triunfou na Finalíssima ao derrotar a Itália.

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Estadão

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