Polícia vistoria Aeroporto de Guarulhos após suspeita de bomba; nenhum explosivo foi encontrado

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O terminal 3 do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, passou por uma vistoria na tarde desta sexta-feira, 6, por conta da possível presença de um explosivo em um ônibus que fazia o trajeto Terminal Tatuapé e Cumbica.

O Grupo Especial de Reação (GER), da Polícia Civil, e o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE), da Polícia Militar, vistoriaram os terminais de ônibus do Tatuapé e do aeroporto. Nada foi encontrado e ambos os locais foram liberados.

Em nota, a GRU Airport, concessionária que administra o aeroporto, confirmou que foi notificada sobre uma possível “ameaça à segurança” – não faz menção a explosivos – e que os protocolos para ocasiões do tipo foram colocados em prática.

“A Polícia Federal foi acionada e foram ativados os protocolos predefinidos para eventos desta natureza. As operações não foram afetadas”, disse a concessionária.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, a denúncia chegou por meio de agentes da Polícia Federal lotados no Aeroporto, informando que havia um Dispositivo Explosivo Improvisado instalado em um dos coletivos que fazem o trajeto entre o Terminal Tatuapé, na zona leste, e o Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Foram abordados três ônibus da mesma linha (EMTU 257), que faz a conexão entre os terminais. A viatura da Polícia Militar abordou um ônibus no terminal Tatuapé e realizou a varredura com apoio da Polícia Civil.

Agentes da PF abordaram os outros dois ônibus da mesma linha no Terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos, que foram vistoriados pelo Gate. “Nada foi localizado. Ambos os locais já liberados”, informou a PM, em nota.

Trote no mês passado

No dia 18 de fevereiro, o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) foi acionado após uma denúncia de possível artefato explosivo no Terminal 2 de Cumbica.

Segundo a PM, na ocasião, uma funcionária do aeroporto recebeu uma ligação telefônica informando haver um artefato explosivo em um voo da companhia Air Europa. A chamada foi encerrada logo em seguida.

Durante as diligências, o responsável pela ligação – um rapaz de 20 anos – foi identificado e conduzido para prestar depoimento à PF.

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Estadão

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