Quem trabalha hoje precisa engolir a CLT, que é venerada pela esquerda, diz Zema na Brazil Week

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O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), defendeu novas regras trabalhistas no Brasil e opções à legislação trabalhista, a Consolidação das Leis do Trabalho conhecida como CLT. Ele afirmou que é preciso avançar na discussão e flexibilização das normas de trabalho.

“Quem trabalha hoje precisa engolir a CLT, que é venerada pela esquerda”, criticou Zema. “Queremos dar uma opção para o trabalhador que quiser trabalhar por hora”, afirmou Zema durante painel do 8º Latin America Private Tech Trailblazers Summit promovido pelo Bank of America (Bofa) em Nova York nesta quinta-feira, 14, quarto dia da Brazil Week.

Ele afirmou que mudar a CLT é um “trabalho difícil”. “Tivemos uma reforma trabalhista no governo Temer, que foi quase toda desfeita”, disse. Ele acrescentou que a proposta do partido Novo é ter uma opção para o brasileiro trabalhar por hora.

Sem mencionar a relação entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), Zema atacou adversários e afirmou que é o único candidato que não deve nada a ninguém. “Sou o único candidato que não tenho rabo preso. Já investigaram até ex-namorada, ex-funcionária e não acharam nada”, afirmou Zema durante o painel.

Caiado: recebedor de imposto

O ex-governador também afirmou que é o único candidato com o modelo mental da iniciativa privada. “O único candidato à Presidência que foi pagador de imposto sou eu. O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado tem experiência como governador, mas não tem experiência do setor privado. Os outros só foram recebedores de impostos”, afirmou Zema.

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Estadão

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