Trump formaliza criação do Conselho de Paz

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Em relação a outros focos de instabilidades geopolíticas, Trump mencionou que o conflito em Gaza está quase encerrado e restam "poucos focos de incêndio" para que a guerra na região termine. Foto: Reprodução/Pixabay

O presidente americano, Donald Trump, afirmou que o chamado “Conselho de Paz” irá trabalhar com muitos países, além da Organização das Nações Unidas (ONU), e mencionou que sente-se “honrado” em ser presidente da aliança, em discurso realizado nesta quinta-feira (22) em Davos. Em cerimônia, o republicano assinou os documentos que estabelecem formalmente o Conselho de Paz como uma organização.

“A ONU possui um potencial tremendo, mas não o utiliza. O Conselho de Paz não é para os EUA, é para o mundo todo”, disse, ao reiterar que sua administração foi responsável por encerrar oito guerras e, em breve, espera resolver o conflito entre Rússia e Ucrânia. “Estou trabalhando para parar com a matança na Ucrânia”, acrescentou. Alguns dos países que assinaram o documento do Conselho de Paz, foram Argentina, Hungria, Paraguai, Arábia Saudita, Turquia, Indonésia, Mongólia e Azerbaijão.

Em relação a outros focos de instabilidades geopolíticas, Trump mencionou que o conflito em Gaza está quase encerrado e restam “poucos focos de incêndio” para que a guerra na região termine. Segundo ele, haverá muito sucesso em Gaza e está comprometido em assegurar a desmilitarização no local. O presidente americano mencionou que é preciso fazer algo em relação ao grupo Hezbollah, sem fornecer detalhes, reiterou que o Irã busca diálogo, mas não pode ter armas nucleares, que o presidente da Síria está realizando “muitos progressos”, o que o deixa feliz, e que possui uma ótima relação com líderes da Venezuela.

Por outro lado, ele criticou a falta de comprometimento da Espanha com a meta de gastos para a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). “Hoje, o mundo está mais pacífico do que há um ano. Quando os EUA prosperam, todos prosperam, nenhuma administração conquistou tantas coisas em 12 meses. Temos o exército mais poderoso do mundo”, disse, ao reafirmar o desejo de gastos anuais de US$ 1,5 trilhão com defesa nos EUA. Sobre a economia, ele reforçou que está em expansão e que a inflação foi derrotada. “Nosso país nunca esteve melhor economicamente. Tudo está melhor do que nunca”, pontuou.

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Estadão

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