UE sanciona quase 1.600 russos e empresas ligados à indústria armamentista da Rússia
A União Europeia (UE) impôs sanções, nesta segunda-feira, 12, a quase 1.600 cidadãos russos e empresas ligadas à indústria armamentista da Rússia, mirando em especial aqueles suspeitos de envolvimento na fabricação de componentes para drones e mísseis.
A UE informou que as empresas constam de uma lista estabelecida pelo próprio governo russo, “que as identifica como pertencentes ao complexo militar-industrial russo e, portanto, aptas a receber subsídios”. A UE considera que os dirigentes que administram essas empresas “estão apoiando o complexo militar e industrial da Rússia”.
Os componentes fornecidos por eles incluem eletrônicos, equipamentos de comunicação, sistemas de radar e navegação, sistemas de satélite e de mísseis, além de explosivos e munições.
No maior pacote único de novas inclusões na lista de sanções desde que o Kremlin lançou a guerra em grande escala contra a Ucrânia, há quase cinco anos, o bloco também sancionou 77 pessoas acusadas de organizar, trabalhar ou concorrer em “eleições de fachada” em partes ocupadas da Ucrânia.
Ao anunciar as sanções, a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, afirmou que mais da metade delas “se dirige à cadeia de produção dos mísseis balísticos que a Rússia usa para matar civis ucranianos todos os dias”. “Este não é o momento de aliviar a pressão sobre Moscou, mas de aumentá-la”, disse ela.
Com a medida, o total de autoridades e “entidades” russas alvos dos europeus ultrapassa 4.500, incluindo o presidente Vladimir Putin, oligarcas suspeitos de apoiá-lo e dezenas de parlamentares, além de bancos e a chamada frota fantasma que transporta petróleo ilegalmente.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Geral