Vozinha é proibido de usar apelido no Colo-Colo e pode achar solução em brasileiro da NBA

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O ‘xodó’ da Copa do Mundo de 2026, Vozinha, pode acabar sendo forçado a deixar o apelido pelo qual ficou conhecido de lado ao iniciar sua passagem no Colo-Colo, pelo qual foi anunciado em 24 de julho, ao menos na camisa. O motivo disso é uma regra do Campeonato Chileno que não permite nome fictícios.

Por conta disso, deverá ser estampado no uniforme um de seus sobrenomes: ‘Dias’ ou ‘Évora Dias’, como é exigido pelo regulamento. Se ele quiser, poderá utilizar a letra inicial do primeiro nome, que seria o ‘J’ de ‘Josimar José’ em seu caso.

“Para a identificação do jogador, o sobrenome paterno e/ou materno deve ser impresso na parte superior das costas da camisa, com caracteres de 5 a 5,5 cm de altura; a inicial do primeiro nome também pode ser incluída”, diz o regulamento da Associação Nacional de Futebol Profissional do Chile (ANFP).

“Não são permitidos apelidos ou nomes artísticos. Caso um clube tenha jogadores com o mesmo sobrenome, a inicial do primeiro nome ou o segundo sobrenome – nessa ordem de prioridade – deve ser acrescentado para distingui-los”, segue o documento.

BRASILEIRO DA NBA PODE TRAZER ‘SOLUÇÃO’ PARA VOZINHA

De acordo com a rádio chilena Maray, Vozinha só poderia estampar o apelido na camisa caso o clube entre com pedido na federação e consiga uma espécie de “autorização especial”. Outra maneira seria repetir o que o brasileiro Nenê Hilário fez na NBA.

Nomeado como Maybyner Rodney Hilário, o pivô, à época no Denver Nuggets, obteve autorização da liga americana de basquete após quatro meses de um processo burocrático para incluir “Nenê” como um nome legal.

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Estadão

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