Ex-companheiro de policial encontrada morta afirma que vítima não tinha tendência suicida

Depoimento foi prestado à Polícia Civil durante investigação sobre morte ocorrida em fevereiro

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Foto: Gisele Alves Santana / Instagram

O ex-companheiro da policial Gisele Alves Santana prestou depoimento à Polícia Civil na última sexta-feira (13) e afirmou que a vítima não demonstrava qualquer tendência suicida. Segundo o advogado da família, José Miguel da Silva Junior, o homem relatou que Gisele planejava se separar e buscava alternativas de moradia após o fim do relacionamento.

A policial foi encontrada morta com um tiro na cabeça no dia 18 de fevereiro, no apartamento onde vivia com o então marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Neto. Na ocasião, ele comunicou o caso às autoridades e informou que se tratava de suicídio. Durante o depoimento, o ex-companheiro também afirmou que a filha do casal demonstrava medo de permanecer na residência com o militar.

Laudos do Instituto Médico Legal indicaram a presença de lesões na face e no pescoço da vítima, compatíveis com pressão e arranhões provocados por unhas. O documento mais recente foi emitido em 7 de março, um dia após a exumação do corpo, mas o primeiro laudo, elaborado no dia seguinte à morte, registrava sinais de agressão na região do rosto e do pescoço. As investigações seguem em andamento para esclarecer as circunstâncias do caso. Com informações da Agência Brasil

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Redação Paiquerê FM News

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