Gripe K avança em ritmo acelerado e entra no radar da Organização Mundial da Saúde

Nova variação do vírus influenza A (H3N2) apresenta crescimento acima do esperado em algumas regiões do mundo e passa a ser monitorada de perto pela OMS para a próxima temporada de gripe

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Uma nova variação do vírus da gripe tem chamado a atenção de autoridades de saúde ao redor do mundo. Conhecida informalmente como gripe K, a cepa entrou no radar da Organização Mundial da Saúde (OMS) devido ao crescimento acelerado de casos registrados em algumas regiões, especialmente no hemisfério Norte.

O alerta foi emitido como parte da preparação para a temporada de gripe que vai do fim de 2025 ao início de 2026. Segundo a OMS, a gripe K é um subclado do vírus Influenza A (H3N2), identificado tecnicamente como J.2.4.1. Apesar de não se tratar de um vírus totalmente novo, o ritmo de disseminação observado desde agosto acendeu um sinal de atenção entre especialistas.

De acordo com a organização, o aumento dos casos tem sido mais evidente em países do hemisfério Norte, onde o inverno favorece a circulação de vírus respiratórios. Houve registros relevantes em regiões como Austrália e Nova Zelândia. Até o momento, não há indicação de crescimento significativo da variante na América do Sul.

Apesar do avanço, a OMS reforça que não existem evidências de que a gripe K seja mais grave do que outras variantes já conhecidas do influenza. Os sintomas relatados são os típicos da gripe comum, como febre, dor de garganta, coriza, mal-estar e secreção nasal. Também não foi observado aumento expressivo de hospitalizações ou mortes associado especificamente a essa cepa.

O monitoramento constante é considerado essencial porque permite ajustes antecipados nas estratégias de saúde pública. A vigilância epidemiológica ajuda na atualização das vacinas contra a gripe, no planejamento de campanhas de imunização e na preparação dos sistemas de saúde para possíveis mudanças no comportamento do vírus.

A OMS reforça ainda que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção. Mesmo quando não há correspondência total entre a vacina e todas as variantes em circulação, a imunização reduz a gravidade da doença, as complicações e a pressão sobre hospitais.

Especialistas destacam que o alerta não deve ser interpretado como motivo de pânico, mas como um sinal de atenção. O acompanhamento precoce permite respostas mais rápidas caso o cenário mude. Em outras palavras, o crescimento da gripe K está sendo observado de perto justamente para evitar surpresas no futuro.

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