Internado desde sexta-feira no hospital DF Star para tratar uma pneumonia bacteriana bilateral, o ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta um quadro de estabilidade clínica com melhora na função renal, embora permaneça sem previsão de alta da Unidade de Terapia Intensiva. Segundo o boletim médico, houve uma nova elevação nos marcadores inflamatórios sanguíneos, o que obrigou a equipe assistencial a ampliar a cobertura de antibióticos e intensificar as sessões de fisioterapia respiratória e motora. Enquanto o suporte clínico intensivo continua, a defesa do ex-mandatário articula uma nova estratégia jurídica para tentar converter a detenção em regime domiciliar. O senador Flávio Bolsonaro confirmou que aguarda os novos laudos para protocolar o quinto pedido de prisão por razões humanitárias junto ao Supremo Tribunal Federal, após quatro negativas anteriores da Corte.

Boletim médico aponta aumento de marcadores inflamatórios e ampliação do tratamento com antibióticos

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Bolsonaro está detido no 19.º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou melhora na função renal, mas teve elevação nos marcadores inflamatórios no sangue, segundo boletim divulgado pelo Hospital DF Star, em Brasília. De acordo com a equipe médica, ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em tratamento contra pneumonia bacteriana bilateral causada por broncoaspiração.

O comunicado informa que o ex-presidente mantém estabilidade clínica, porém os médicos decidiram ampliar a cobertura de antibióticos diante das alterações detectadas nos exames. Bolsonaro segue sob suporte clínico intensivo, além de fisioterapia respiratória e motora para auxiliar na recuperação.

Apesar da evolução no quadro renal, não previsão de alta da UTI. Paralelamente, o senador Flávio Bolsonaro informou que a defesa do ex-presidente aguarda um novo laudo médico para apresentar ao Supremo Tribunal Federal um novo pedido de prisão domiciliar por razões humanitárias, após quatro solicitações anteriores terem sido negadas. Com infomações do jornal O Tempo

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Geovan Petry

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