Justiça conclui que juíza de Curitiba não cometeu racismo ao citar a raça negra de um homem para justificar condenação
Os conselheiros entenderam que a cor da pele não influenciou a sentença e nem foi determinante para agravar a pena

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) concluiu que a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba, não cometeu crime de racismo ao citar a raça de um homem negro em uma sentença de condenação. Os conselheiros entenderam que a cor da pele não influenciou a sentença e nem foi determinante para agravar a pena. Com a decisão, o CNJ arquivou um pedido de providências contra a magistrada.
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O homem foi condenado a 14 anos e dois meses de prisão. Na citação polêmica da juíza, ela ressaltou que “Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça, ele agia de forma extremamente discreta”. O caso ganhou repercussão depois que uma advogada postou o trecho do documento nas redes sociais. Na época, diversas entidades divulgaram notas de repúdio.

