Morangos do norte pioneiro ganham visibilidade e atraem compradores nacionais
Foto: Adriano Oltramari

Doces e suculentos, grandes para fondue, pequenos para as crianças. Toda a produção é aproveitada, inclusive para a fabricação de subprodutos da fruta, como geleias e polpas. Com o selo de Indicação Geográfica (IG), os morangos cultivados em Japira, Pinhalão, Tomazina e Jaboti – esta última reconhecida como a capital do morango do Paraná – conquistaram visibilidade nacional e têm atraído compradores de diversas partes do País.

Os pedidos chegam de cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná. A procura, no entanto, é maior que a oferta. Os produtores da Associação Norte Velho, que possuem a certificação de qualidade, têm uma capacidade de produção de aproximadamente 450 toneladas da fruta por ano. Boa parte fica no norte pioneiro e, em breve, deve chegar também a cidades das regiões de Londrina e Maringá.

Redes de supermercados, padarias, confeitarias e sorveterias são os principais clientes.

O consultor do Sebrae/PR, Odemir Capello, destaca que o morango foi o terceiro produto do norte pioneiro a conquistar uma Indicação Geográfica, depois dos cafés especiais e da goiaba.