Motorista que causou acidente fatal na rotatória da Maringá pode ir a júri popular

A justiça teria tido acesso a novas provas apontam que, Leonardo Guandalini, teria bebido e estaria em alta velocidade na noite da colisão no ano passado

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Motorista que causou acidente fatal na rotatória da Maringá pode ir a júri popular | © Londrina News

O processo que investiga o acidente que causou a morte de Mário Laudelino Lisboa, de 49 anos, em maio de 2022, vai voltar para a 1° Vara Criminal, especializada em homicídio doloso contra vida. A mudança acontece porque durante o processo, a polícia teve acesso a provas que podem mostrar que o motorista que teria provocado o acidente, Leonardo Guandalini, estava embriagado.

A justiça teve acesso à comanda de pagamento do bar onde o jovem estava antes do acidente e encontrou registros de mais de R$ 1000,00 em bebidas alcoólicas. Com isso, os critérios incluindo embriaguez ao volante e excesso de velocidade dão à justiça a convicção de que o estudante de medicina teria assumido o risco do crime.

A colisão aconteceu na madrugada do dia 23 de maio do ano passado. Mário Laudelino Lisboa, que morreu na hora, dirigia uma Montana e voltava do trabalho e Leonardo Guandalino, um Audi, que colidiu conta o carro de Mário na rotatória da Avenida Maringá com a Avenida Presidente Castelo Branco. O réu pode ir a júri popular. A defesa de Leonardo, que aguarda o julgamento em liberdade, não quis comentar os novos rumos do processo.

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Carol Romanini

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