Novo tratamento pode reduzir riscos da pré-eclâmpsia e prolongar a gestação

Estudo aponta que técnica inovadora pode ajudar gestantes com quadro grave a ganhar mais tempo de gravidez com segurança

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Foto: Imagem Ilustrativa | Banco de Imagens

Uma nova abordagem para tratar a pré-eclâmpsia, condição grave que afeta gestantes, pode representar um avanço importante na medicina. A doença, marcada por pressão arterial elevada, é uma das principais causas de parto prematuro e pode colocar em risco a vida da mãe e do bebê.

Segundo pesquisa recente, cientistas desenvolveram um método capaz de remover do sangue materno uma proteína associada ao agravamento do quadro, chamada sFlt-1. Essa substância está ligada a danos nos vasos sanguíneos e ao surgimento dos sintomas da pré-eclâmpsia. A técnica utiliza um processo de filtragem do sangue, permitindo reduzir a presença dessa proteína no organismo.

Os resultados iniciais são promissores: gestantes que passaram pelo tratamento conseguiram prolongar a gravidez por cerca de 10 dias, em média — um período considerado significativo para o desenvolvimento do bebê. Durante esse tempo, também foi observada melhora na pressão arterial e continuidade do crescimento fetal.

Atualmente, o parto ainda é a principal forma de interromper os riscos da doença, o que muitas vezes leva a nascimentos prematuros. Com essa nova alternativa, médicos podem ganhar mais tempo para conduzir casos delicados com maior segurança. Apesar do avanço, especialistas reforçam que o acompanhamento da pressão arterial continua sendo essencial, inclusive após o parto.

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