Orquestra Sinfônica da UEL fará abertura do 44º Festival de Música de Londrina no sábado
Os ingressos do dia 13 serão distribuídos gratuitamente. Já no dia seguinte, domingo (14), será realizada a abertura festiva no Lago Igapó 2, a partir das 15 horas (de Brasília), com a Ópera Brass, também de graça. Foto: Reprodução/Pixabay

A Orquestra Sinfônica da UEL (Osuel) fará a abertura solene do 44º Festival Internacional de Música de Londrina (FIML), no próximo sábado, dia 13, a partir das 20h30 (de brasília), no Cine Teatro Ouro Verde. O concerto terá regência do maestro José Soares, regente associado da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, que está em Londrina para os concertos da Osuel desta semana, no Cine Teatro Ouro Verde, quinta (04) e sexta-feira (05). Os ingressos do dia 13 serão distribuídos gratuitamente. Já no dia seguinte, domingo (14), será realizada a abertura festiva no Lago Igapó 2, a partir das 15 horas (de Brasília), com a Ópera Brass, também de graça. O anúncio foi feito na terça-feira (02), durante entrevista coletiva no saguão do Cine Teatro Ouro Verde, pela promotora do evento, a Associação de Amigos do Festival de Música.

Os outros destaques da programação artística também foram divulgados: Londrina vai receber, pela primeira vez, o premiado bandolinista Hamilton de Holanda, que tem uma sólida carreira internacional. Ele se apresentará com seu trio no festival. Outra atração é o show do compositor e violonista Guinga com a cantora Lívia Nestrovski. Haverá, ainda, uma homenagem à rainha do rock, com a montagem de um musical de Rita Lee na oficina de coro cênico, com o maestro André Protásio. Também está programado um concerto de ópera para celebrar os 150 anos da imigração italiana no Brasil. Além do “Circuito Pé Vermelho”, no espaço AML Cultural, com talentos da cidade para comemorar os 90 anos de Londrina.

“A UEL é um dos pilares formadores desse festival. Temos a Prefeitura [de Londrina], o Governo do Estado, a Associação de Amigos do Festival e a UEL. E o apoio da universidade é imprescindível. Não só da parte acadêmica, por meio do Curso de Música, mas também da instituição. Tem a Casa de Cultura, o Cine Teatro Ouro Verde, a Osuel. São elementos indissociáveis. E a Rádio UEL também, que vai ter um estúdio nas nossas instalações. Só temos a agradecer à universidade, que faz tanto por Londrina e pelo nosso festival”, explica o vice-presidente da Associação de Amigos do Festival e coordenador artístico do evento, Eduardo Assad Sahão.

Sobre as atrações internacionais haverá nomes da Venezuela, Portugal e Itália. “Pensamos também na projeção internacional de músicos de Londrina e os músicos que levam a música brasileira para fora do país como é o caso do Hamilton de Holanda, por exemplo. Às vezes mais ouvido fora do Brasil do que aqui”, explica o coordenador artístico.

Programação – A 44ª edição do FIML terá 23 apresentações e 37 cursos e oficinas com 32 professores. As inscrições para a parte pedagógica se encerrariam no último domingo (30), mas foram prorrogadas até sexta-feira (05), exclusivamente pelo site do Festival. Até agora, segundo a presidente da Associação de Amigos do Festival, Magali Kleber, que também é curadora e assina a coordenação geral do evento, 700 alunos se inscreveram. “Estamos com a expectativa de mil inscrições”, prevê. Magali explica que o projeto do festival é como um crochê. “Ponto por ponto. Trabalho na aula e no palco e um projeto de inclusão. Serão de 15 a 20 projetos sociais”, comenta. A programação completa pode ser conferida no site.

O festival vai oferecer apresentações gratuitas em vários espaços da cidade, como a Concha Acústica, o Calçadão e o Cultural Hall. Neste ano, os ingressos serão vendidos a R$ 50 e R$ 25 a meia entrada (primeiro lote); R$ 60 e R$ 30 a meia entrada (segundo lote) e R$ 70 e R$ 35 a meia (terceiro lote). Os valores são para o Ouro Verde. Já para o espaço AML Cultural, R$ 40 e R$ 20. A venda inicia a partir desta sexta (dia 5), pela plataforma Sympla, e quem comprar antes paga menos. “Tivemos um reajuste, não só por causa da inflação, mas também por causa do tamanho do festival. Temos um grande custo de produção e também pra gente dar conta de promover espetáculos gratuitos. Temos uma programação gratuita robusta”, justifica Eduardo Assad Sahão. Com informações da UEL.