Oscilação de energia no Colégio Estadual Marcelino Champagnat compromete funcionamento e merenda em Londrina
Durante a verificação no local, foi identificado que um dos três fusíveis de um poste na rua da escola caiu, comprometendo o fornecimento completo de energia

Na manhã desta terça-feira (24), a reportagem da Rádio Paiquerê FM 98.9 recebeu denúncias sobre problemas no fornecimento de energia elétrica no Colégio Estadual Marcelino Champagnat, em Londrina. De acordo com o diretor da instituição, Claudecir Almeida, a situação começou ainda durante a madrugada, quando o caseiro da escola percebeu a falta de energia. Segundo ele, o problema está relacionado ao desbalanceamento das três fases elétricas, o que tem deixado a unidade funcionando apenas com “meia-luz”. “Na verdade, a energia não está balanceada nas três fases da escola. Apenas duas estão funcionando, então temos só metade da energia disponível, e isso continua até o momento”, explicou o diretor.
Diante do problema, a direção abriu dois protocolos de atendimento junto à Copel, sendo um virtual e outro presencial. No entanto, até agora, nenhuma equipe foi enviada para realizar o reparo. Durante a verificação no local, foi identificado que um dos três fusíveis de um poste na rua da escola caiu, comprometendo o fornecimento completo de energia. “Esses três fusíveis precisam estar ligados. Como só dois estão funcionando, a escola está com fornecimento parcial”, detalhou. A principal preocupação da direção é com a merenda escolar. O colégio atende cerca de 1.902 estudantes e armazena mais de 1.500 quilos de alimentos congelados, que podem ser prejudicados caso haja descongelamento.

Foto: Claudecir Almeida
“Temos uma preocupação grande com as carnes e outros alimentos que não podem descongelar. A Copel precisa entender que isso é uma situação de emergência, assim como em hospitais e outros serviços públicos essenciais”, ressaltou Claudecir. Ainda segundo o diretor, ao buscar atendimento presencial, foi informado de que o conserto seria de responsabilidade de uma empresa terceirizada, o que pode estar contribuindo para a demora. A reportagem entrou em contato com a Copel e ainda não recebeu retorno. A comunidade escolar aguarda uma solução urgente para que o fornecimento de energia seja normalizado e os serviços da instituição não sejam ainda mais afetados.

Foto: Claudecir Almeida

