Paraná completa mais de sete anos sem transmissão local de malária

Estado registrou apenas casos importados em 2025 e reforça vigilância para viajantes de áreas de risco

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Foto: Gilson Abreu / Arquivo / AEN

O Paraná permanece como área livre da transmissão nativa (autóctone) da malária há mais de sete anos, segundo dados preliminares do Sistema Nacional de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Em 2025, foram confirmados 63 casos da doença, todos importados de outras regiões do Brasil ou do exterior, o que reforça a eficácia do monitoramento contínuo realizado no Estado.

Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde aponta que a maioria das infecções foi causada pelo Plasmodium vivax, seguido pelo Plasmodium falciparum, além de registros das espécies Ovale e casos mistos. Os dados indicam maior incidência entre adultos em idade produtiva, principalmente nas faixas etárias de 20 a 49 anos, perfil associado a viagens frequentes para áreas com transmissão ativa.

Para a Secretaria da Saúde do Paraná, a manutenção do status livre de transmissão local exige atenção permanente, especialmente devido ao fluxo de pessoas vindas da Amazônia brasileira e de países africanos e asiáticos. A orientação é que viajantes fiquem atentos a sintomas como febre alta, calafrios e dor de cabeça e procurem rapidamente atendimento médico ao retornar, informando o histórico de viagem. O diagnóstico e o tratamento são oferecidos gratuitamente pelo SUS, e a prevenção segue baseada em medidas individuais, como uso de repelentes e proteção contra o mosquito transmissor.

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Redação Paiquerê FM News

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