PIB do Brasil cresce 0,5% no segundo trimestre de 2026
Economia brasileira avançou 2% na comparação com o mesmo período de 2025, segundo dados divulgados pelo IBGE

Os dados divulgados pelo Instituto brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (1º), mostraram que a economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três primeiros meses do ano. Em relação ao mesmo período de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB) registrou alta de 2%.
Considerando o acumulado dos quatro últimos trimestres, a economia do país apresentou expansão de 1,9%. Segundo o instituto, o PIB alcançou R$ 3,4 trilhões entre abril e junho deste ano.
A projeção do mercado financeiro é de que a economia brasileira encerre 2026 com crescimento de 1,92%. A estimativa consta no Boletim Focus, pesquisa realizada pelo Banco Central (BC) com instituições financeiras e divulgada na segunda-feira (31).
PIB
O Produto Interno Bruto representa a soma dos bens e serviços finais produzidos em uma determinada região durante um período. O indicador é utilizado para acompanhar o desempenho da economia de países, estados e municípios, além de permitir comparações entre diferentes localidades.
O cálculo considera informações de diversos setores da economia, incluindo comércio, serviços e indústria. Para evitar que um mesmo produto seja contabilizado mais de uma vez, são considerados os valores dos bens e serviços finais.
Por exemplo, se uma economia produz R$100 em trigo, R$200 em farinha e R$300 em pão, o valor contabilizado no PIB será de R$300, já que os preços do trigo e da farinha estão incorporados no valor final do pão.
Os produtos e serviços que entram no cálculo são considerados pelo preço pago pelo consumidor, incluindo os impostos incidentes sobre eles.
Apesar de ser um dos principais indicadores para avaliar a atividade econômica, o PIB não mede diretamente fatores como distribuição de renda e qualidade de vida. Por isso, um país pode apresentar um PIB elevado e, ainda assim, ter desigualdade ou condições de vida consideradas baixas.
Com informações da AgênciaBrasil
