Polícia Científica do Paraná passa a usar tecnologia inédita entre estados para identificar drogas e fraudes

Novo equipamento de Ressonância Magnética Nuclear também poderá analisar medicamentos e detectar adulterações em alimentos e bebidas

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Imagem do post
Foto: Polícia Científica / AEN

A Polícia Científica do Paraná instalou na Seção de Química Forense um espectrômetro de Ressonância Magnética Nuclear, tecnologia que amplia a capacidade de identificação e caracterização de substâncias. Com a aquisição, a instituição se torna a primeira Polícia Científica estadual do Brasil a utilizar o equipamento, que até então era empregado, na perícia oficial brasileira, apenas pela Polícia Federal.

O aparelho poderá ser usado em análises de drogas, novas substâncias psicoativas, medicamentos, solventes e compostos desconhecidos, além de apoiar a investigação de falsificações e adulterações em produtos como vinhos, azeites e bebidas alcoólicas. A tecnologia fornece informações sobre a estrutura molecular das substâncias e complementa os métodos já utilizados nos laboratórios forenses.

O equipamento custou cerca de R$ 2 milhões, com recursos repassados pela Lotopar. A incorporação à rotina pericial ainda depende da validação das metodologias e da capacitação dos profissionais, seguindo critérios de qualidade, confiabilidade e rastreabilidade das análises.

Siga a Paiquerê FM 98.9 e se mantenha informado: @paiquerefm

PUBLICIDADE
Redação Paiquerê FM News

Todas as notícias de Londrina, do Paraná, do Brasil e do mundo, com um jornalismo rápido, atuante e com a tradição e seriedade da Paiquerê FM 98.9