Polícia Civil interdita três estabelecimentos por procedimentos estéticos irregulares em Londrina

A ação resultou na apreensão de câmaras de bronzeamento artificial, manuais operacionais e outros materiais utilizados nos procedimentos, além da interdição dos locais fiscalizados

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Foto: PCPR

A Polícia Civil do Paraná, por meio da 10ª Subdivisão Policial de Londrina, com apoio do 5º Distrito Policial e em ação conjunta com a Vigilância Sanitária Municipal, realizou diligências que resultaram na interdição de três estabelecimentos comerciais na cidade. Os locais são investigados por realizar procedimentos estéticos de forma irregular, com uso de equipamentos proibidos. Segundo a polícia, as investigações começaram após o registro de infrações recorrentes envolvendo uma clínica de estética já autuada anteriormente por utilizar câmaras de bronzeamento artificial. Esses equipamentos são proibidos no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, devido aos riscos à saúde, especialmente pelo potencial de causar câncer.

Ainda de acordo com a investigação, mesmo após interdição administrativa, apreensões e decisão judicial favorável às medidas sanitárias, a responsável pelo estabelecimento teria continuado com a atividade de forma clandestina, ocultando os aparelhos e mantendo o funcionamento irregular. Durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão. A ação resultou na apreensão de câmaras de bronzeamento artificial, manuais operacionais e outros materiais utilizados nos procedimentos, além da interdição dos locais fiscalizados.

Foto: PCPR

Em um terceiro endereço, ligado a outra investigada, foram encontradas irregularidades semelhantes. A responsável não estava no local no momento da fiscalização, mas os agentes apreenderam três câmaras de bronzeamento artificial, canetas emagrecedoras e outros insumos relacionados a procedimentos estéticos. Todo o material foi recolhido e colocado à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para apurar possíveis crimes. As envolvidas podem responder, em tese, por delitos como desobediência, falsidade ideológica, infração de medida sanitária preventiva, lesão corporal — devido aos riscos à saúde dos consumidores — e apropriação indébita majorada, além de outras possíveis tipificações que possam surgir no decorrer do inquérito. A corporação orienta que a população pode contribuir com informações de forma anônima por meio dos canais oficiais.

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Redação Paiquerê FM News

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