Polícia investiga morte de policial militar em apartamento no centro de São Paulo

O caso foi registrado inicialmente como suicídio, mas a Polícia Civil alterou para morte suspeita e segue investigando todas as circunstâncias do disparo

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Foto: reprodução rede social

A policial militar Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta com um tiro na cabeça em seu apartamento no Brás, Centro de São Paulo, na manhã de quarta-feira (18). Segundo a mãe da vítima, Gisele vivia um relacionamento conturbado e abusivo com o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, seu marido desde 2024. A vítima foi socorrida e levada ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu. Ela trabalhava na Polícia Militar desde 2014 e deixa uma filha de 7 anos, de outro relacionamento. O caso foi registrado inicialmente como suicídio, mas a Polícia Civil alterou para morte suspeita e segue investigando todas as circunstâncias do disparo.

A mãe de Gisele relatou que o relacionamento envolvia controle rígido e abusos, como proibição de usar batom, salto alto e perfume, além de cobrança intensa das tarefas domésticas. Ela afirmou que, quando a filha mencionou a intenção de se separar, o marido teria enviado uma foto com arma apontada para a própria cabeça, aumentando o clima de tensão. Segundo o boletim de ocorrência, na manhã do incidente, o tenente-coronel entrou no quarto para propor a separação e, ao tomar banho, ouviu um barulho. Ao sair, encontrou Gisele caída com a arma ao lado. A SSP informou que as investigações continuam, analisando depoimentos e provas, e que o tenente-coronel não é considerado suspeito até o momento. Com informações: Portal G1

 

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Redação Paiquerê FM News

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