Título Sorriso recordista: Malaio entra para o Guinness com o maior número de dentes do mundo
O malaio Prathab Muniandy, de 33 anos, conquistou oficialmente o título de homem com o maior número de dentes em um ser humano, segundo o Guinness World Records. Portador de uma condição rara chamada hiperdontia, Muniandy possui 42 dentes na boca — dez a mais do que a média de um adulto comum. A marca foi confirmada após exames de raio-X revelarem unidades extras que ainda não haviam rompido a gengiva, superando todos os registros anteriores verificados por dentistas

A anatomia humana costuma seguir padrões previsíveis, mas o caso de Prathab Muniandy desafia as estatísticas odontológicas mundiais. O malaio tornou-se o detentor do recorde de maior número de dentes em um indivíduo do sexo masculino após ser diagnosticado com hiperdontia, uma condição caracterizada pelo surgimento de dentes supranumerários. Enquanto um adulto típico possui 32 dentes, Muniandy convive com 42 unidades em sua arcada, um diferencial que o levou diretamente para as páginas do Guinness World Records nesta quinta-feira (16).
A descoberta do recorde aconteceu de forma curiosa. Inicialmente, o malaio havia contado 38 dentes visíveis em sua boca, o que já fugia completamente do normal. No entanto, ao procurar assistência profissional para uma avaliação completa, exames detalhados de raio-X revelaram que a contagem era ainda maior: havia outros quatro dentes impactados, ou seja, que não chegaram a romper a gengiva, totalizando os 42 registrados. Todo o histórico clínico foi rigorosamente verificado por especialistas e validado pela equipe do livro dos recordes.
Apesar da quantidade excessiva, Muniandy não relatou dores ou complicações graves que prejudiquem sua fala ou alimentação de forma severa. O reconhecimento global transforma uma peculiaridade genética em um marco histórico, destacando como as variações biológicas podem criar casos extraordinários. O título, confirmado originalmente em exames de 2023 e amplamente divulgado agora, coloca o malaio sob os holofotes como a prova viva de que o corpo humano pode esconder surpresas até mesmo em um simples sorriso.

