Você está cuidando da sua memória hoje para envelhecer com qualidade?

Especialistas alertam que a memória precisa ser estimulada ao longo da vida para reduzir riscos de declínio cognitivo e garantir mais autonomia e qualidade de vida no envelhecimento

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Manter a memória em bom funcionamento é um cuidado que começa muito antes da velhice. Embora muita gente associe problemas cognitivos apenas à idade avançada, especialistas reforçam que o cérebro, assim como os músculos, precisa de estímulo constante para continuar saudável.

O cérebro é responsável não apenas por lembrar informações, mas também por funções essenciais como raciocínio, linguagem, movimentos, criatividade e orientação no tempo e no espaço. Com o passar dos anos, fatores como sedentarismo, má alimentação, sono irregular, isolamento social e doenças vasculares ou neurológicas podem comprometer essas funções.

Sinais de alerta podem surgir de forma sutil, como confusão de datas, mudanças bruscas de comportamento, dificuldade para realizar tarefas simples ou até escolhas inadequadas de roupas para o clima. Muitas vezes, esses indícios são vistos como “coisas da idade”, quando, na verdade, podem indicar a necessidade de atenção maior à saúde cognitiva.

Exercícios que combinam atividade física e desafio mental têm se mostrado especialmente eficazes. Um exemplo simples é caminhar enquanto se realiza uma tarefa cognitiva, como recitar dias da semana ao contrário. Esse tipo de estímulo ajuda a fortalecer conexões neurais e melhora a resposta do cérebro a situações do cotidiano.

Entre as principais práticas que contribuem para a preservação da memória estão uma alimentação equilibrada, sono de qualidade, exercícios físicos regulares e desafios mentais frequentes, como aprender algo novo, variar a rotina ou desenvolver novas habilidades. Não existe uma solução única ou um “remédio milagroso”, mas o conjunto de hábitos saudáveis faz diferença ao longo do tempo.

Cuidar da memória não é apenas uma questão individual. Uma população com funções cognitivas preservadas tende a ter mais autonomia, menos isolamento social e menor pressão sobre os sistemas de saúde. Por isso, agir cedo é fundamental.

Especialistas recomendam que cada pessoa reflita sobre sua própria rotina: o que foi aprendido recentemente, com que frequência o corpo e a mente são desafiados e quando foi a última vez que algo novo foi experimentado. Fazer essas perguntas é o primeiro passo para envelhecer com mais clareza mental e qualidade de vida.

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