Casos de esporotricose mais que dobram em Londrina e chegam a 30 em 2026
Doença causada por fungo atinge principalmente gatos e pode ser transmitida aos humanos; Vigilância Ambiental alerta para possível subnotificação e reforça atendimento gratuito

Londrina registrou 30 casos de esporotricose entre janeiro e julho de 2026, número que já representa mais que o dobro dos 14 casos confirmados durante todo o ano de 2025. A Vigilância Ambiental acredita que a quantidade real possa ser ainda maior devido à subnotificação. A doença é provocada por um fungo, afeta principalmente gatos e pode ser transmitida aos humanos. Nos animais, os principais sinais incluem feridas na face, orelhas, patas e focinho, além de dificuldade para respirar. A doença pode ser fatal para os gatos, mas existe tratamento, e o diagnóstico precoce é fundamental para interromper a transmissão.
A Prefeitura oferece atendimento gratuito para casos suspeitos por meio da Vigilância Ambiental e do Hospital Veterinário Municipal. Os tutores não devem abandonar os animais nem realizar tratamentos por conta própria e, diante de uma suspeita, podem acionar a Vigilância pelo telefone (43) 3372-9407 para avaliação em domicílio. Em caso de mordida ou arranhão de um animal contaminado, a orientação é lavar imediatamente o local com água e sabão e procurar atendimento de saúde se surgirem vermelhidão intensa, inchaço ou feridas que não cicatrizam. Casos tratados por veterinários particulares também devem ser notificados ao Município para acompanhamento.
Telefones para atendimento e orientação:
Vigilância Ambiental: Notificação de casos suspeitos e atendimento domiciliar com coleta de amostras, telefone (43) 3372-9407
Hospital Veterinário Municipal: Atendimento gratuito para tutores inscritos no Cadastro Único, animais errantes e comunitários. Rua Prefeito Faria Lima, 844.
Com informações da Prefeitura de Londrina.
