China reforça ações de emergência após enchentes causadas pelo tufão Maysak
Mesmo enfraquecido, o sistema continua provocando chuvas intensas no sul do país, mantendo milhares de pessoas fora de casa e mobilizando equipes de resgate.

Enquanto o tufão Maysak perde força sobre o sul da China, as autoridades intensificam as operações para enfrentar as enchentes provocadas pelas chuvas persistentes. A região de Guangxi é a mais afetada, com rios acima do nível de segurança, bairros alagados e o rompimento parcial de um reservatório, situação que levou à evacuação de comunidades próximas.
O governo chinês elevou para Nível II a resposta nacional de emergência em Guangxi e enviou uma grande força-tarefa para a região. Mais de 1,3 mil bombeiros e profissionais de resgate, além de centenas de veículos, embarcações, drones e especialistas, atuam no socorro às vítimas e no monitoramento de áreas consideradas de maior risco.
Também foi iniciada a distribuição de 150 mil itens de ajuda humanitária, como tendas, cobertores e kits de emergência. Além disso, o governo liberou cerca de 100 milhões de yuans, o equivalente a aproximadamente R$ 76 milhões, para recuperar estradas, hospitais, escolas e sistemas de drenagem danificados pelas inundações.
Embora os ventos do tufão tenham diminuído, meteorologistas alertam que o sistema continua transportando grande volume de umidade, mantendo chuvas fortes sobre o sul da China. Desde a chegada do fenômeno ao país, mais de 70 mil pessoas precisaram deixar suas casas em Guangdong e Guangxi, onde as autoridades seguem em alerta para evitar novos deslizamentos, enchentes e danos à infraestrutura.
Com informações do G1
