Feira das Profissões da UEL recebe mais de 20 mil estudantes no campus

Evento apresentou os 53 cursos de graduação da Universidade e marcou a abertura das inscrições para o Vestibular

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Foto: Reprodução

O Campus Universitário da Universidade Estadual de Londrina recebeu uma multidão nesta quarta-feira (1º), durante a 14ª edição da Feira das Profissões.

O evento, considerado um dos maiores do calendário da Instituição, serviu como vitrine do ensino, da pesquisa e da extensão para milhares de estudantes que passaram pelos Centros de Estudos e pelos estandes instalados no calçadão da UEL.

A Feira também aconteceu em sintonia com a abertura das inscrições para o Vestibular. A organização é da Pró-Reitoria de Graduação, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Sociedade, Prefeitura do Campus e Coordenadoria de Processos Seletivos.

Ao todo, mais de 20 mil estudantes participaram da programação, vindos de 311 instituições de ensino de 114 cidades do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. As atividades seguiram até as 21h.

Entre os visitantes estava uma comitiva com mais de 40 alunos da Escola Estadual Cívico-Militar Professora Adélia Antunes Lopes, de Jataizinho. O grupo saiu pouco antes das 8h para conhecer o campus.

O professor Vinicius Bittencourt, que acompanha estudantes na feira há vários anos, destacou a importância da experiência.

“É uma ótima experiência para os estudantes, que podem ver de perto a realidade dos cursos”, afirmou.

Ele citou como exemplo uma aluna interessada em Ciências de Dados e Inteligência Artificial. “Acabamos de visitar o lugar do curso e conhecer melhor como funciona”, contou.

Também participaram estudantes da Terra Indígena do Apucaraninha, acompanhados pelo professor Tiago Pyn Tánh de Almeida, egresso do curso de Geografia da UEL.

O grupo, formado por 30 alunos do Colégio Estadual Indígena Benedito Rokag, contou com vestibulandos interessados em estudar na mesma universidade onde o professor se formou.

Na Feira, eles puderam conhecer o espaço da Comissão Universidade para os Indígenas, do Ciclo Intercultural e da Articulação dos Estudantes Indígenas da UEL. O local também contou com exposição de fotografias, artesanatos da etnia Kaingang e pinturas corporais aos visitantes.

Campus pulsante e foco no estudante 

Os 53 cursos de graduação da UEL foram apresentados em diferentes espaços do campus. No calçadão, estudantes também participaram das atividades de divulgação.

Um dos exemplos foi Luiz Eduardo do Nascimento Poli, aluno do primeiro ano de Ciências Biológicas, que mostrava aos visitantes a diferença entre uma cobra coral verdadeira e uma falsa usando frascos de conservação.

O estudante contou que visitou a Feira duas vezes antes de decidir prestar vestibular na UEL.

“Estudava no Colégio Vicente Rijo e visitei a Feira já pensando em Biologia. Ter vindo me ajudou a decidir”, afirmou.

Para a reitora Andréa Name, a Feira das Profissões simboliza uma universidade viva e aberta à comunidade.

“É o momento de a Instituição se abrir, demonstrar a importância da acessibilidade ao ensino superior e apresentar nossas políticas de permanência”, destacou.

A reitora também ressaltou o engajamento de alunos, professores e agentes universitários no acolhimento aos visitantes.

“Nossos estudantes participam ativamente, promovendo os cursos e tirando dúvidas. É gratificante ver toda a comunidade acadêmica unida para que a sociedade conheça de perto tudo o que o nosso Campus tem a oferecer”, completou.

A pró-reitora de Graduação da UEL, professora Marci Batistão, destacou o impacto de ver o campus cheio de futuros estudantes.

“Essa juventude toda, com todos os seus sonhos depositados aqui. É aquele sonho de participar e de fazer parte da universidade. Para nós é uma alegria imensa ver a universidade cheia”, afirmou.

Segundo ela, a Pró-Reitoria tem trabalhado para modernizar a Instituição e garantir que os novos alunos não apenas ingressem, mas também concluam seus estudos com excelência.

“Temos feito um trabalho de estruturação e atualização dos cursos, através de diversas ações políticas e estratégias, pensando no fortalecimento, na atualização dos currículos, na permanência estudantil e nos fluxos de formação”, explicou.

A administração da Universidade também planeja ampliar o alcance da Feira das Profissões, levando informações sobre a UEL a estudantes que não conseguem comparecer presencialmente ao campus.

“Queremos que a feira aumente nesse sentido, para que outras localidades e pessoas que estejam geograficamente mais distantes de nós tenham a possibilidade de conhecer a UEL também e se encantar”, completou Marci Batistão.

A UEL transforma vidas

Para a pró-reitora, o contato com a Universidade representa uma experiência de transformação pessoal e social.

“A UEL transforma vidas. Estou na universidade desde 2000, quando entrei aqui como estudante”, relatou.

Marci também destacou a própria trajetória como exemplo do impacto da Instituição.

“Eu sou uma estudante de escola pública da periferia de Londrina, que fui beneficiada por diversas ações afirmativas, por diversos programas. A UEL transformou a minha vida e eu quero que ela transforme a vida de mais muitas pessoas”, concluiu.

Com informações da Agência UEL

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Redação Paiquerê FM News

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