Xadrez faz bem para o cérebro? Estudos apontam benefícios para memória e concentração
Celebrado em 20 de julho, o Dia Mundial do Xadrez destaca um jogo que vai além do entretenimento. Pesquisas científicas indicam que a prática pode estimular habilidades cognitivas, como memória, atenção e raciocínio, embora ainda sejam necessários mais estudos para confirmar alguns efeitos.

O xadrez é conhecido por exigir estratégia, concentração e planejamento, mas seus benefícios podem ir além do tabuleiro. Estudos científicos apontam que a prática regular do jogo está associada ao desenvolvimento de habilidades cognitivas, como memória, velocidade de processamento, raciocínio lógico e resolução de problemas.
Um estudo publicado em um jornal científico indica que atividades intelectuais e socialmente estimulantes, como o xadrez, podem estar relacionadas a um menor risco de demência e da doença de Alzheimer. No entanto, os pesquisadores ressaltam que ainda não há evidências suficientes para afirmar que o jogo, por si só, previne essas doenças.
Outras pesquisas também mostram resultados positivos entre crianças e adolescentes. Um estudo citado por especialistas brasileiros observou que estudantes que praticaram xadrez durante um ano apresentaram melhor desempenho em testes de atenção, planejamento, organização e solução de problemas em comparação com colegas que participaram de outras atividades extracurriculares.
Celebrado em 20 de julho, o Dia Mundial do Xadrez foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em homenagem à fundação da Federação Internacional de Xadrez (FIDE), criada em 1924. Além de ser considerado um esporte, o jogo também é reconhecido como uma atividade capaz de estimular o cérebro e promover o desenvolvimento intelectual em diferentes fases da vida.
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