É possível clonar um animal de estimação? Ciência explica o que realmente acontece
Tecnologia permite criar um clone com o mesmo DNA do pet, mas especialistas afirmam que personalidade e comportamento podem ser diferentes

A clonagem de animais de estimação já é uma realidade e vem sendo procurada por tutores que desejam preservar características de cães e gatos que marcaram suas vidas.
O processo utiliza o DNA do animal original para gerar um novo indivíduo geneticamente idêntico. No entanto, a ciência alerta que isso não significa que o clone terá exatamente a mesma personalidade.
Especialistas explicam que genes influenciam diversas características físicas e comportamentais, mas experiências de vida, ambiente e socialização também desempenham papel fundamental no desenvolvimento de cada animal.
Por esse motivo, mesmo compartilhando o mesmo material genético, um clone pode apresentar diferenças importantes em relação ao pet original.
Pesquisas realizadas com animais clonados indicam que alguns traços gerais de temperamento, como níveis de atividade e sociabilidade, tendem a ser semelhantes. Já comportamentos ligados ao aprendizado, adaptação e experiências vividas costumam variar bastante.
Cientistas comparam a situação aos gêmeos idênticos. Embora possuam o mesmo DNA, cada indivíduo desenvolve sua própria personalidade ao longo da vida.
Atualmente, a clonagem de pets é um serviço disponível em alguns países e pode custar dezenas de milhares de dólares. O procedimento envolve a coleta de material genético do animal original e a utilização de técnicas avançadas de reprodução assistida.
Apesar dos avanços tecnológicos, especialistas reforçam que a clonagem não representa uma forma de “trazer o animal de volta”, mas sim de criar um novo indivíduo geneticamente semelhante.
Assim, quem opta pelo procedimento deve entender que o resultado será um novo pet, com características próprias e uma trajetória única de vida.
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