DNA humano moderno revela sinais de dois ancestrais “fantasmas” desconhecidos
Pesquisadores identificaram evidências genéticas de dois grupos ancestrais ainda desconhecidos presentes no DNA de humanos modernos. Utilizando uma nova técnica para reconstruir a história evolutiva da humanidade, os cientistas encontraram sinais de populações antigas que deixaram material genético em nossos antepassados, mas cuja identidade ainda permanece um mistério.

O DNA humano moderno pode guardar vestígios de pelo menos dois grupos ancestrais que ainda não foram identificados pela ciência. Pesquisadores encontraram evidências desses chamados ancestrais “fantasmas” ao utilizar uma nova técnica para reconstruir a árvore genealógica humana.
O termo “fantasma” é utilizado porque esses grupos são conhecidos apenas pelos sinais genéticos deixados no genoma de populações posteriores, sem que os pesquisadores tenham conseguido determinar exatamente quem eram esses hominídeos.
A descoberta reforça que a evolução humana foi mais complexa do que uma sequência linear de espécies. Diferentes populações de hominídeos coexistiram e, em determinados períodos, tiveram descendentes entre si, deixando partes de seu DNA nas gerações seguintes.
Com a nova abordagem, os pesquisadores conseguem analisar padrões genéticos e buscar trechos que não correspondem claramente aos grupos ancestrais já conhecidos. Foi dessa forma que surgiram indícios da participação de duas populações ainda desconhecidas na história genética humana.
Agora, os cientistas buscam compreender quem eram esses ancestrais, quando viveram e como se relacionaram com outras populações humanas antigas. Novos estudos genéticos e descobertas arqueológicas poderão ajudar a esclarecer a identidade desses grupos.
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