Morre Hélio Turco, presidente de honra e maior compositor de sambas da Mangueira
Ele foi autor de sambas que homenagearam Chiquinha Gonzaga, Tom Jobim, Braguinha e Sinhá Olímpia

O compositor, presidente de honra e ex-tesoureiro da Estação Primeira de Mangueira, Hélio Turco, morreu ontem aos 87 anos. Ele é o maior campeão das disputas de samba-enredo da verde e rosa, sendo autor de 16 obras que embalaram os desfiles da segunda maior campeã do carnaval carioca. Sua caneta assinou memoráveis sambas da Mangueira, como “Cem anos de liberdade, realidade ou ilusão?” (1988) e o supercampeonato de “Yes, Nós Temos Braguinha” (1984) – ano em que a escola conquistou dois títulos.
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O compositor foi empossado como presidente de honra da agremiação em 2021, ocupando o posto que era de Nelson Sargento – compositor ilustre que faleceu naquele ano. Ao lado do imperiano Aluísio Machado e do portelense David Corrêa, Turco foi exaltado no livro “Três poetas do samba-enredo”, de Rachel Valença, Leonardo Bruno e Gustavo Gasparani.