Quatro candidatos integram lista reduzida de sabatinados para vaga de secretário-geral da ONU

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Quatro candidatos ao cargo de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) farão uma audição nesta semana, a partir de terça-feira. O número é bem menor do que a disputa entre 13 candidatos há 10 anos, quando o atual secretário-geral, António Guterres, foi escolhido para chefiar a ONU.

A ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet – uma das duas mulheres e uma das três da América Latina – será a primeira a se apresentar diante dos embaixadores dos 193 países membros da ONU durante uma sessão de perguntas e respostas de três horas na terça-feira. Em seguida, será a vez do comissário para a energia nuclear da ONU, Rafael Mariano Grossi.

Na quarta-feira, a comissária para o comércio internacional, Rebeca Grynspan, ocupará o centro do palco no plenário da Assembleia Geral e, por fim, o ex-presidente do Senegal, Macky Sall.

Durante as sessões desta semana, os quatro candidatos provavelmente serão questionados sobre sua visão para o cargo, os pontos críticos globais e o futuro das Nações Unidas – mas qualquer assunto é possível.

Dentre os nomes, Bachelet já enfrenta oposição dos EUA. Em uma carta de 25 de março ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, 28 membros republicanos do Senado e da Câmara pediram à Washington que vetassem a ex-presidente do Chile, chamando-a de “uma fanática pró-aborto com a intenção de usar a autoridade política para sobrepor-se à soberania dos estados em favor de agendas extremistas”. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Estadão

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